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	<title>Centro Educacional Objetivo</title>
	<link>http://blog.objetivo-sjc.com.br</link>
	<description>Blog Educando Crianças</description>
	<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 23:59:07 +0000</pubDate>
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		<title>“Série: Criando uma mente saudável – Parte 1”</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[Autores: Jon Talber / Ester de Cartago[1]
Lembre-se sempre que, a mente de uma criança é como uma folha de papel em branco, na qual podemos escrever qualquer coisa. 
Nessa folha em branco, que é a sua mente, que logo se transformará em sua personalidade, identificando-o como um indivíduo que pensa e age dentro da sociedade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autores: Jon Talber / Ester de Cartago[1]</p>
<p><img src="http://www.objetivobaixada.com.br/images/blog/criancas_habitos1_figura1.gif" alt="Para se construir uma base sólida, precisamos de bons materiais e bons pedreiros. " align="left" />Lembre-se sempre que, a mente de uma criança é como uma folha de papel em branco, na qual podemos escrever qualquer coisa. </p>
<p>Nessa folha em branco, que é a sua mente, que logo se transformará em sua personalidade, identificando-o como um indivíduo que pensa e age dentro da sociedade, podemos gravar todos os tipos de comportamentos. </p>
<p>A criança aprende através da imitação, isto quer dizer que, vendo o exemplo dos outros, sejam hábitos ou gestos simples como pegar e segurar objetos, ela acabará por se tornar um “hábil” qualquer coisa. </p>
<p>Seus medos e preferências, também elas apreendem, assimilam na íntegra a partir do exemplo, do modelo que lhes transmitem os adultos, que somos nós.  </p>
<p>É importante frisar que, primeiro, as crianças tendem a imitar os comportamentos daquelas pessoas que ela admira, ou confia, como os pais, irmãos mais velhos, parentes com os quais possua mais afinidade. </p>
<p>Os vícios, as manias e os hábitos que detestamos, ou atitudes não éticas, tudo isso, são exemplos que os adultos transmitem para aquela folha em branco, onde podemos escrever qualquer coisa. </p>
<p>Não subestime a capacidade de assimilar coisas de uma criança. Seus sentidos são extremamente mais apurados que de qualquer adulto. É uma estratégia de sobrevivência da natureza, uma vez que nessa faixa etária ela precisa assimilar rapidamente todas as manobras que a permitirão sobreviver em seu mundo.  </p>
<p><img src="http://www.objetivobaixada.com.br/images/blog/criancas_habitos1_figura2.gif" alt="Também aprendemos a brigar pelos nossos pontos de vista, mesmo quando se trata de coisa sem valor. " align="right" />Ela apreenderá absolutamente tudo, sem códigos de éticas ou culpas presentes, pois sendo uma folha em branco, terá como única opção imitar aqueles que estão à sua volta, com seus exemplos de conduta, repetindo seus gestos, preferências, manias, vícios e hábitos, por mais bizarros que possam parecer. Como não tem discernimento, ou senso moral, ou culpas, apenas tendem a imitar, reproduzir aquilo que seus sentidos conseguem captar, seja o que for. </p>
<p>Desse modo, ela também aprenderá a odiar e gostar, a preferir e desprezar, a ser moralmente fraca ou forte, a ser corajosa para enfrentar os obstáculos da vida, ou o seu oposto. </p>
<p>E finalmente, lembre-se, uma criança ao nascer, já adentra num mundo repleto de comportamentos milenares, de todos os tipos de códigos e símbolos, de infinitas personalidades que se antagonizam entre si em busca de espaço. Ali encontrará hábitos e manias que se repetem numa cadeia sem fim, passando de pai para filho, de individuo para individuo, e ela, a criança, certamente, também acabará por se tornar um desses personagens, ou uma mistura de todos. Reformatar, reprogramar esse personagem, nutrir essa nova mente, para que não repita os velhos e nocivos hábitos é papel do Educador ou Pai.</p>
<p><center><img src="http://www.objetivobaixada.com.br/images/blog/botanica.gif" border="0"></center></p>
<p>Autores:<br />
Jon Talber - jontalber@gmail.com<br />
Ester de Cartago - estercartago@yahoo.com.br<br />
Veja mais detalhes sobre os autores nas notas abaixo. </p>
<p>Notas: </p>
<p>[1]<br />
Jon Talber é pedagogo e escritor de temas de auto-ajuda. Estudou por muito tempo filosofia oriental e antropologia. Torna-se mais um colaborador eventual do nosso Site, onde pretende compartilhar parte daquilo que aprendeu. </p>
<p>Ester Cartago é psico-orientadora em educação infantil e fundamental. Pesquisadora em antropologia social e fobias, também escritora de contos infantis, e colaboradora eventual do Site de Dicas.
</p>
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		<title>Do que as crianças precisam nesta volta às aulas?</title>
		<link>http://blog.objetivo-sjc.com.br/2009/08/20/do-que-as-criancas-precisam-nesta-volta-as-aulas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[Desde hoje, muitas crianças e jovens deixaram de desfrutar as férias prolongadas. Muitos voltaram animadíssimos para a escola porque não agüentavam mais o ócio e sentiam falta do convívio com os colegas. Outros voltaram contrariados porque, afinal das contas, não ter obrigações nem responsabilidades é bem mais fácil do que dar conta dos compromissos. 
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde hoje, muitas crianças e jovens deixaram de desfrutar as férias prolongadas. Muitos voltaram animadíssimos para a escola porque não agüentavam mais o ócio e sentiam falta do convívio com os colegas. Outros voltaram contrariados porque, afinal das contas, não ter obrigações nem responsabilidades é bem mais fácil do que dar conta dos compromissos. </p>
<p>A questão é que, dentre tantos alunos, muitos deles voltarão fragilizados, vulneráveis, receosos. Foi muita falação a respeito da gripe, formas de contágio, mortes provocadas por ela, recomendações de prevenção etc. que à algumas crianças,  indefesas perante tantas informações do mundo adulto com as quais não sabem lidar,  só resta a alternativa de sofrer. Sofrer inutilmente, diga-se de passagem, já que nada podem fazer.</p>
<p>Outros, diferentes, irão tentar se aproveitar do temor e da impotência dos adultos para “deitar e rolar”: a todo instante pedirão para ir ao banheiro lavar as mãos e, assim, se ausentar do duro aprendizado em sala de aula; vão tossir com frequência para tirar risos dos colegas, dizer à professora que não deu tempo de fazer a lição porque teve febre etc. Essas são apenas outras maneiras de a criança mostrar a fragilidade que tomou conta dela. Outros, ainda, poderão, de fato, sentir os sintomas de uma doença que não têm. </p>
<p>Quando crianças ficam fragilizadas, doentes, em geral os adultos têm alguns recursos compensatórios: doces, guloseimas, mimos dos mais variados tipos, carinhos acolhedores etc. Mas, desta vez, não será disso que elas irão precisar.</p>
<p>Lembrei-me de um trecho do filme “Nanny McPhee”. As crianças, que não queriam sair da cama pela manhã, decidem enganar a babá encantada e dizer que estão doentes. A cozinheira, ao saber do fato, se desespera porque sabe que, em caso de doença das crianças, precisa  dedicar horas na cozinha para fazer todo o tipo de doces que elas gostam. Entretanto, a babá muda o roteiro e pede que ela faça uma sopa com todos os restos de alimentos disponíveis. Uma sopa forte e substanciosa, porém de sabor e cheiro pouco agradáveis.</p>
<p>Pensando bem, é dessa sopa que as crianças que voltarem fragilizadas para as aulas precisarão. Se os professores ficarem penalizados com o estado dessas crianças e acolherem todo o seu sofrimento, estas perderão a grande chance de uma grande lição. Qual lição?</p>
<p>A de que, mesmo em situações difíceis, penosas e complexas, é possível usar todo o potencial que têm para seguir em frente na vida, superar os problemas, se descolar deles.</p>
<p>É dessa maneira que pais e professores podem colaborar com as crianças neste momento: exigindo que façam o que podem e devem fazer, sendo rigorosos e firmes para que não fiquem perdidos perante a ameaça que sentem e, desse modo, possam voltar a ter as preocupações que lhes são pertinentes.</p>
<p>Que as crianças tenham um bom retorno às aulas!</p>
<p>Rosely Sayão </p>
<p>Fonte: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2009-08-16_2009-08-31.html</p>
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		<title>O desafio de ser mãe</title>
		<link>http://blog.objetivo-sjc.com.br/2009/05/11/o-desafio-de-ser-mae/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 13:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Cada vez mais ocupadas, as mulheres sofrem com o dilema de não ver os filhos crescerem. Como enfrentar essa questão? 
A falta de tempo é a maior reclamação da mulher contemporânea. Filhos, cuidar da casa e dar conta do trabalho são tarefas árduas para a mãe que sai cedo de casa e chega exausta no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais ocupadas, as mulheres sofrem com o dilema de não ver os filhos crescerem. Como enfrentar essa questão? </p>
<p>A falta de tempo é a maior reclamação da mulher contemporânea. Filhos, cuidar da casa e dar conta do trabalho são tarefas árduas para a mãe que sai cedo de casa e chega exausta no final do dia. E ainda vai fazer o lanche das crianças para o dia seguinte, tomar a lição e, quem sabe, namorar o marido. A queima de sutiãs na década de 70 levou as mulheres a uma série de conquistas, como melhores empregos, mas não eliminou a dupla jornada. A maior parte das brasileiras – independentemente da classe social – sustenta a família ou contribui ao menos com metade do orçamento familiar. Então, como dar conta da filharada e ter uma carreira de sucesso sem sentir culpa? Muitas mães ainda se sentem penalizadas ou por não desempenhar a maternidade como sonharam ou por não se dedicar à carreira como gostariam. Quando as crianças são pequenas, o conflito é ainda maior. Mesmo aquelas que optaram por ter filhos mais tarde, e teoricamente teriam mais condições de equilibrar com habilidade essa balança, se cobram.<br />
Para a historiadora Maria Izilda Matos, do Núcleo de Estudo da Mulher da PUC-SP, as mulheres são educadas pelas instituições – igreja, escola e família e até a própria medicina – a reforçar a idéia de ter a responsabilidade pela família e, principalmente, pelas crianças. Essa responsabilidade dá mais poder à mulher, mas, ao mesmo tempo, eterniza a culpa nos cuidados com a criança. Se o filho adoece, expressa a ausência materna ou vai mal na escola, a mãe logo se sente culpada. Afinal, mãe não foi feita para errar. “A maternidade não é instinto. Ela é uma construção social histórica que culpabiliza a mulher”, afirma a historiadora. Mas há uma geração dessas mulheres contemporâneas que vem questionando esse comportamento e trata de resolver essa equação de diferentes maneiras. (&#8230;) Diferentemente dos anos 70, hoje não existe mais um padrão da mãe trabalhadora. Cada uma escolhe a melhor maneira de criar os filhos, dependendo das condições. Umas trabalham o dia inteiro e se sentem realizadas na profissão. Outras argumentam que o bom mesmo seria trabalhar meio período e estar o outro com a prole. Existem muitas maneiras de demonstrar proximidade com o filho, seja por um telefonema no meio da tarde, seja saindo um dia mais cedo para ir buscá-lo na escola. O importante é que nessa independência feminina a criança continue a ser prioridade e que, seja lá qual for a escolha da mãe, ela possa crescer em um ambiente de confiança e segurança. </p>
<p>Katia Mello, especial para Isto é - Dia das Mães
</p>
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		<title></title>
		<link>http://blog.objetivo-sjc.com.br/2009/04/24/16/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 12:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8230;Cada vez menos a família se reúne em torno da mesa para compartilhar a refeição e se encontrar, trocar idéias, saber uns dos outros. Será falta de tempo? Talvez as pessoas tenham escolhido outras prioridades: numa pesquisa recente sobre as refeições, 69% dos entrevistados no Brasil relataram o hábito de assistir à TV enquanto se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;Cada vez menos a família se reúne em torno da mesa para compartilhar a refeição e se encontrar, trocar idéias, saber uns dos outros. Será falta de tempo? Talvez as pessoas tenham escolhido outras prioridades: numa pesquisa recente sobre as refeições, 69% dos entrevistados no Brasil relataram o hábito de assistir à TV enquanto se alimentam.<br />
Uma criança de nove anos disse uma coisa interessante: para ela, o horário do recreio deveria ser maior porque tomar o lanche demora e, com isso, há menos tempo para brincar. Aí está: lanchar com os colegas não tem, para essa e muitas outras crianças, o caráter de prazer; parece ter uma ligação mais estreita com outras obrigações escolares.<br />
Aliás, tenho observado a dificuldade que muitas crianças têm de falar com adultos e pares olhando para seu interlocutor. Elas falam e olham para o lado, para baixo e até para além da pessoa com quem conversam, mas o olho no olho parece ser desagradável, difícil para elas. Talvez seja porque estão acostumadas a olhar para a TV ou para o jogo enquanto conversam com os pais.<br />
O horário das refeições é o melhor pretexto para reunir a família porque ocorre com regularidade e de modo informal.<br />
E, nessa hora, os pais podem expressar e atualizar seus afetos pelos filhos de modo mais natural, além de construir o ambiente acolhedor que permite aos mais novos perceber com clareza que aquele é seu grupo de referência e de pertencimento.<br />
Numa época em que os rituais estão em desuso, as refeições em família são um excelente momento para transmitir tradições familiares aos filhos: quais alimentos aquela família prefere e quais são os seus modos usuais de preparação, como se comporta à mesa, quais assuntos costuma abordar durante a refeição, o tom de voz usado, como os membros se tratam. Tudo isso é apreendido pelos mais novos, que podem encontrar seu modelo de identificação familiar e ter contato com o conhecimento construído pelas gerações anteriores da família.<br />
O horário das refeições também pode servir para que contradições, diferenças e conflitos entre pais e filhos surjam de modo polido, para que os filhos saibam mais sobre a rotina profissional dos pais e para que estes ouçam sobre a vida escolar e social dos filhos sem cobranças. Por que estamos nos tornando comedores solitários? Por que aceitamos a idéia de que o alimento é mais importante em seu aspecto nutricional do que social? Por que a TV e o computador são nossas companhias preferidas no horário das refeições? Pelo jeito, temos muito a refletir sobre esse assunto. </p>
<p>Rosely Sayão, psicóloga - Folha de S Paulo (16/4/09)</p>
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		<title>Alimentação Saudável: uma preocupação do Objetivo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 13:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Quando pensamos em uma alimentação saudável, não há como não associá-la a uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos, leite, baixa ingestão de gorduras e moderado consumo de açúcar e de sal. Esse padrão ideal de nutrição conduz a seres humanos saudáveis, menos propensos a enfermidades.
Entretanto, para aderir a essa prática saudável, deve-se considerar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos em uma alimentação saudável, não há como não associá-la a uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos, leite, baixa ingestão de gorduras e moderado consumo de açúcar e de sal. Esse padrão ideal de nutrição conduz a seres humanos saudáveis, menos propensos a enfermidades.<br />
Entretanto, para aderir a essa prática saudável, deve-se considerar que cada um tem um poder de escolha que, por sua vez, faz parte de um trabalho de conscientização dentro e fora de casa: para optar, antes precisamos saber entre o que estamos escolhendo e por quê.<br />
Especialmente no contexto infanto-juvenil, a escola surge com um papel importante na formação dos hábitos alimentares da criança: é essencial que esta se alimente corretamente e, de maneira prazerosa. Mas como saber se é bom, se às vezes a criança se nega a experimentar? A resposta é: repassando com atividades práticas a importância de uma boa alimentação.<br />
Preocupado com isso, o Objetivo vem realizando diversas atividades que têm, como meta, sensibilizar os alunos a adquirirem hábitos alimentares saudáveis por meio da experimentação no próprio ambiente escolar. Antes mesmo da implantação do Projeto Proquali, que inclui uma feira livre itinerante e supervisão de uma nutricista, já nas aulas foram destacadas a necessidade de uma alimentação equilibrada e a importância do consumo de líquidos para a manutenção positiva do organismo, contribuindo, assim, para a conscientização.<br />
Essa preocupação com os hábitos alimentares dos estudantes sempre esteve presente no programa pedagógico do Colégio, mas a temática ganhou mais força na escola que, sob o olhar atento dos professores, estabeleceu um acompanhamento da rotina alunos, associado a uma avaliação da população dos grandes centros urbanos.<br />
Na verdade,  sabe-se que algumas simples atitudes podem trazer significativas mudanças de hábitos que contribuem para o bem-estar de todos. Muitas vezes as crianças não conhecem certos alimentos e recusam-se a experimentá-los. Como era de se esperar, muitos salgadinhos e refrigerantes ainda ganham a cena. As frutas, felizmente, também compõem o cardápio dos alunos, mas somente as mais comuns, como pêras, maçãs ou bananas. Daí deriva a importância de propiciar a oportunidade das crianças conhecerem variados gêneros alimentícios. Nesse sentido, é vital a colaboração dos pais, participando e enviando os alimentos e, até mesmo opinando no seu desenrolar. Graças a essa união e à dedicação dos professores, a meta está sendo atingida: as crianças estão saboreando de tudo um pouco e passam a olhar certos alimentos com outros olhos.<br />
Aqui vão algumas dicas do Instituto de Metabolismo e Nutrição para o preparo de lanches escolares mais saudáveis:<br />
•1. Frutas da época bem lavadas. Sugerimos também frutas secas como nozes, uvas passas, bananas passas, ameixas, etc.<br />
•2. Legumes: cenoura crua, milho cozido, palmito.<br />
•3. Recheios para os pães: requeijão ou queijo branco, salame, geléia, mel, etc. Nos dias de muito calor é aconselhável não enviar produtos perecíveis como presunto.<br />
•4. Leite: achocolatado, com morango ou outros sabores, com aveia, etc.<br />
•5. Sucos de frutas.<br />
•6. Iogurtes.<br />
•7. Pães: francês, de forma, bisnaguinha, integral, pão de queijo, etc.<br />
•8. Bolos: de laranja, chocolate, simples, etc.<br />
•9. Bolachas podem ser substituídas por cereais como granola, corn flakes, barrinhas, etc.<br />
•10. Mesmo no dia reservado para guloseimas (6ª feira) solicitamos que evitem pacotes de salgadinhos, pirulitos ou chicletes. </p>
<p>Texto adaptado de Magali Ribeiro Maldonado, coordenadora do Sistema Objetivo.</p>
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		<title>A construção da mulher</title>
		<link>http://blog.objetivo-sjc.com.br/2009/03/20/a-construcao-da-mulher/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 19:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Não sei se os pais têm consciência do quanto influenciam os filhos na construção de sua identidade, especialmente a de gênero, ou seja, a ideia do que é ser mulher ou homem atualmente. Hoje, vamos tratar da identidade feminina, já que acabamos de passar pelo Dia Internacional da Mulher.
Antes mesmo que a filha possa aprender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se os pais têm consciência do quanto influenciam os filhos na construção de sua identidade, especialmente a de gênero, ou seja, a ideia do que é ser mulher ou homem atualmente. Hoje, vamos tratar da identidade feminina, já que acabamos de passar pelo Dia Internacional da Mulher.</p>
<p>Antes mesmo que a filha possa aprender qualquer lição educativa, inclusive as que dizem respeito ao significado de ser mulher em nossa sociedade, seus pais já incluem em sua vida inúmeros componentes relacionados. Na maternidade, muitas recebem um laço de fita nos cabelos e roupas bem femininas, sem falar das orelhas furadas para brincos. Pois bem: tudo isso significa, para esse bebê do sexo feminino, seu introito nos rituais de beleza que deverão fazer parte de sua vida.</p>
<p>E é assim mesmo, muitas vezes sem que os pais se deem conta, que começa a ser forjada a identidade da futura mulher.Logo mais, outros colaboradores irão interferir decisivamente nessa construção: a escola e, de forma impactante hoje, os meios de comunicação.</p>
<p>O problema maior da educação de meninas é que todos os estereótipos ainda presentes no papel da mulher são transmitidos de maneira sutil e sedutora. Por mais que já se tenha tratado do assunto, na primeira infância a escolha dos brinquedos para as meninas, por exemplo, reflete a maneira como a sociedade responsabiliza a mulher pelas tarefas domésticas. Enquanto as meninas ganham réplicas de utensílios domésticos, muitas adultas ainda carregam esse estereótipo. Já ouvi, por exemplo, jovens mulheres declararem que seus maridos as ajudam muito nos trabalhos domésticos. Ora, ajudar não é se corresponsabilizar.</p>
<p>A sorte das meninas é que na escola de educação infantil ainda têm mais facilidade para escolher brinquedos e brincadeiras socialmente atribuídas ao outro gênero, mesmo que lá persistam muitos estereótipos e preconceitos de gênero. Aliás, é na escola de educação infantil que podemos testemunhar que a atribuição social pela educação de crianças pequenas é dada às mulheres. É rara a presença de homens nessa função, não é? E ouvi uma queixa interessante de um pai: quando sai com o filho, tem muita dificuldade de achar um fraldário a que tenha acesso: a maioria está no banheiro feminino!</p>
<p>A questão da aparência tem sido um fator demasiadamente importante na construção da identidade feminina. Desde o nascimento, a menina é submetida a um ideal de beleza: o modo como se veste, os acessórios que usa, o corte de cabelo que adota etc. são itens que apontam que a aparência quase se confunde com quem ela é. A anorexia e a bulimia são doenças que mostram a versão exagerada da busca por um padrão de perfeição de beleza e controle do corpo.</p>
<p>A construção da identidade feminina é um processo social que não podemos naturalizar -ou seja, ninguém nasce mulher, se comporta de tal maneira por ser do sexo feminino. A mulher é construída e, nesse mundo em transformação, os pais precisam saber que é deles grande parte dessa função.</p>
<p>Texto: Rosely Sayão<br />
Fonte: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/</p>
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		<title>LIÇÃO DE CASA: COMO TORNÁ-LA MAIS PRODUTIVA</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 21:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[A lição de casa é importante por possibilitar a reflexão sobre o que foi aprendido em sala de aula, para que a criança possa perceber suas dificuldades, dar autonomia para que busque o conhecimento por conta própria e colaborar na criação de hábitos de estudo.
E, como o próprio nome já diz, deve ser feita em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lição de casa é importante por possibilitar a reflexão sobre o que foi aprendido em sala de aula, para que a criança possa perceber suas dificuldades, dar autonomia para que busque o conhecimento por conta própria e colaborar na criação de hábitos de estudo.<br />
E, como o próprio nome já diz, deve ser feita em casa e não no carro ou na perua escolar. O local em casa e o horário para a lição ser feita também são importantes. Deve ser tranqüilo e sem muitos estímulos que possam dispersar a atenção. O horário deve ser aquele em que a criança estiver mais disposta e relaxada.<br />
A lição de casa é um bom recurso de verificação, por isso é importante que a criança faça sozinha. Os pais devem orientar e supervisionar. O incentivo deles dá segurança à criança, mas não deve fazer por ela. A responsabilidade é do aluno e é ele que deve assumir as conseqüências se não cumprir a tarefa.<br />
Para torná-la produtiva, a lição deve ser eficiente.<br />
Antes de tudo, a lição de casa precisa ser condizente aos conteúdos e às atividades dadas em sala, mas não deve ser apenas um exercício de repetição. Se não tiver relação com o que foi aprendido na escola, poderá ocorrer o desinteresse, pois a criança não verá significado no que está fazendo.<br />
As tarefas mecânicas, como copiar e memorizar, devem ser evitadas. As tarefas devem estimular a curiosidade e o interesse da criança, como por exemplo, uma pesquisa em jornal.<br />
A criança também precisa de tempo para brincar. O segredo da aprendizagem não está na quantidade de tarefas, mas na forma como o conteúdo é explorado. Por isso devemos ter cuidado com a quantidade de lição passada às crianças diariamente.<br />
A criança precisa receber um retorno sobre o seu desempenho, logo a lição deve ser corrigida, de preferência, junto com ela, pois este tipo de correção estimula a autocrítica e a ajuda a perceber seus erros e dificuldades.<br />
Devemos procurar desmistificar a idéia de que a lição de casa é obrigação e mostrar à criança de que pode ser um momento divertido e prazeroso.</p>
<p>Claudia Cafarella<br />
Coordenadora Geral – Educação Infantil e Ensino Fundamental I<br />
Centro Educacional Objetivo</p>
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		<title>FAMÍLIA E ESCOLA: Uma via de mão dupla</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 21:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[Em primeiro lugar, desejamos a todos os visitantes do nosso blog um Feliz Ano Novo, de conquistas e prosperidade! São os votos de toda equipe do Centro Educacional Objetivo – Grupo Litoral e São José dos Campos
FAMÍLIA E ESCOLA: Uma via de mão dupla
Tânia Zagury
“Escola sem Conflito: parceria com os pais”
Criar filhos, educá-los, prepará-los para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>Em primeiro lugar, desejamos a todos os visitantes do nosso blog um Feliz Ano Novo, de conquistas e prosperidade! São os votos de toda equipe do Centro Educacional Objetivo – Grupo Litoral e São José dos Campos</p>
<p>FAMÍLIA E ESCOLA: Uma via de mão dupla<br />
Tânia Zagury<br />
“Escola sem Conflito: parceria com os pais”</p>
<p>Criar filhos, educá-los, prepará-los para agir com respondabilidade e segurança no conturbado mundo em que hoje vivemos é uma tarefa tão exigente e desafiadora quanto prazeroza e gratificante.<br />
Considerando que o ser humano aprende o tempo todo, nas mais diversas instâncias que a vida lhe apresenta, o papel da família é fundamental, pois é ela quem decide, desde cedo, o que seus filhos precisam aprender, quais as instituições que devem freqüentar, bem como o que é necessário saber para tomarem as decisões que os beneficiem no futuro.<br />
Escolher a escola adequada às expectativas da família e que, ao mesmo tempo, seja do agrado da criança, é um empreendimento cujo sucesso depende, em grande parte, da perspicácia e habilidade dos pais ao avaliar diferentes propostas. Estar atento ao projeto educativo e ao perfil disciplinar da instituição auxilia a optar por aquela cujos valores e fundamentos mais se assemelham aos da família em termos de exigências, posturas, visão de mundo. Conhecer as dependências e possibilidades da escola, seus diferenciais, bem como os profissionais que estarão encarregados da educação de seu filho também é recomendado.<br />
Tanto quanto a convivência e o relacionamento familiar são fatores fundamentais para o desenvolvimento individual, a inserção da criança no universo coletivo, a mediação entre ela e o mundo, entre ela e o conhecimento, sua adaptação ao ambiente escolar, o relacionamento com os professores e funcionários da escola, bem como a convivência com os colegas são fatores decisivos para o seu desenvolvimento social.<br />
Essa reflexão nos leva a perceber que família e escola não podem caminhar dissociadas, por vias opostas ou paralelas. Deve haver uma sintonia de valores, objetivos, filosofia, pensamento, desenvolvimento e forma de educar que tragam resultados satisfatórios e abrangentes. Isso significa parceria. Uma parceria que tem início com o ingresso do aluno na escola e só é interrompida com a sua saída.<br />
Ao valorizar e acompanhar as atividades e tarefas e ao manter contato contínuo com a escola, a família participa de forma decisiva nessa parceria que tem por objetivo principal o crescimento integral do filho.<br />
Um dos pontos fundamentais da parceria entre a família e a escola consiste no acompanhamento dos pais em relação à rotina de estudo dos filhos e isso ocorre com bastante eficácia através da formação de hábitos desde cedo, que podem ser adquiridos a partir das seguintes orientações.</p>
<p>Hábitos de Estudo</p>
<p>Prestigiem as tarefas escolares, desde um simples rabisco que, apesar de ser algo aparentemente simples, possui uma representação e um significado enormes para a criança.</p>
<p>Arrumem um espaço que será o local de estudo do seu filho. Isso certamente favorecerá a valorização dada ao estudo por parte do aluno.</p>
<p>Demonstrem orgulho e prazer. Serem felizes e estarem alegres porque seu filho está estudando é uma ótima maneira de começar a fazê-lo gostar dos estudos e dos livros, não associando escola com obrigação, mas com prazer.</p>
<p>Combinem com a criança o horário das tarefas. Desse modo, juntos, vocês terão condições de decidir qual o momento em que o estudo renderá mais. Estabelecido o horário, busquem diariamente lembrá-lo de que está na hora de fazer as atividades ou de estudar.</p>
<p>Procurem supervisionar as tarefas solicitadas pela escola. Ao chegarem em casa, verifiquem se as atividades registradas na agenda foram realizadas ou não pelo seu filho. Depois de algumas semanas, ele certamente criará o hábito. No entanto, lembrem-se de que uma criança é diferente da outra. Algumas nem precisam de estímulo – adoram fazer as tarefas, são caprichosas e responsáveis por natureza; outras precisam de um pequeno empurrãozinho no início e outras, ainda, demandam supervisão mais prolongada.</p>
<p>Lembrem-se de que nenhuma criança obedece a tudo, sempre. Não se assustem se certo dia o seu filho chegar até vocês e disser: “Não quero fazer a tarefa de casa hoje. Vou jogar bola”. Ou coisa que o valha. Procurem agir com calma, porém de modo firme, seguro e decidido. Encaminhem-no ao seu local de estudo e digam que loge que ele terminar de estudar, se tiver feito tudo caprichado, ele irá brincar.</p>
<p>Busquem elogiar sempre seu filho. Quando ele estiver cumprindo o que foi combinado, elogiem e valorizem o seu esforço. Assim, ele sentirá que vocês sabem reconhecer o que foi caprichado e logo perceberá que é melhor fazer as atividades de modo bem-feito.</p>
<p>Tenham paciência. Bons hábitos não são adquiridos em somente um dia. Como o próprio significado coloca, hábito quer dizer: “Disposição duradoura adquirida pela repetição freqüente de um ato, uso, costume”. O dicionário Aurélio acrescenta ainda que hábito significa “maneira usual de ser” e este é um dos nossos maiores objetivos: o de transformar o estudo e a curiosidade intelectual em algo que faça parte da pessoa. No entanto, essa segunda etapa vai surgir apenas depois que tivermos trabalhado muito nesse sentido, pois será o resultado de muita dedicação, repetição, paciência e decisão dos pais.</p>
<p>Não esperem que seu filho acerte sempre todo o trabalho. As atividades solicitadas aos alunos não têm como objetivo maior o acerto total de todas as questões. Elas possuem dois objetivos principais:</p>
<p>a)propiciarem ao aluno tempo e possibilidade de fixação dos conteúdos que estudou;</p>
<p>b)permitirem que o estudante perceba o que de fato aprendeu e o que ainda precisa ser assimilado de modo mais intenso.</p>
<p>Expliquem o que seu filho lhe perguntou, e apenas isso. Se seu filho tem alguma pergunta a fazer, procurem esclarecer apenas a sua dúvida. Não façam o exercício ou determinado trabalho para ele. Expliquem o que ele deseja saber e deixem que conclua o resto. Está é uma excelente maneira de orientar e supervisionar os estudos, que não gera dependência, que o estimula a progredir, a criar autonomia e, assim, ser o próprio construto de seu conhecimento.</p>
<p>Família e escola são pontos de apoio e sustentação ao ser humano; são marcos de referência existencial. Quanto melhor for a parceria entre ambas, mais positivos e significativos serão os resultados na formação do sujeito. A participação dos pais na educação formal dos filhos deve ser constante e consciente. Vida familiar e vida escolar são simultâneas e complementares. É importante que pais, professores e filhos/alunos compartilhem experiências, entendam e trabalhem as questões envolvidas no seu dia-a-dia sem cair no julgamento “culpado x inocente”, mas buscando compreender as nuances de cada situação, uma vez que tudo o que se relaciona aos filhos tem a ver, de algum modo, com os pais e vice-versa, bem como tudo que se relaciona aos alunos tem a ver, sob algum ângulo, com a escola e vice-versa.</p>
<p>Assim, cabe aos pais e à escola a preciosa tarefa de transformar a criança imatura e inexperiente em cidadão maduro, participativo, atuante, consciente de seus direitos e deveres, possibilidades e atribuições.</p></blockquote>
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		<title>“FALE DE SEUS SENTIMENTOS”….</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 21:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[Estamos no final de mais um ano, momento adequado para avaliar e refletir&#8230;
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.  
Se não quiser adoecer, “TOME DECISÃO”.
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estamos no final de mais um ano, momento adequado para avaliar e refletir&#8230;</strong></p>
<p>O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.  </p>
<p>Se não quiser adoecer, <strong>“TOME DECISÃO”</strong>.</p>
<p>A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. </p>
<p>Se não quiser adoecer, <strong>“BUSQUE SOLUÇÕES”</strong>.</p>
<p>Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. </p>
<p>Se não quiser adoecer, <strong>“NÃO VIVA DE APARÊNCIAS”</strong>.</p>
<p>Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso &#8230; uma estátua de bronze, mas com pés de barro.</p>
<p>Se não quiser adoecer, <strong>“ACEITE-SE”</strong>.</p>
<p>A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.</p>
<p>Se não quiser adoecer, <strong>“CONFIE”</strong>.</p>
<p>Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A falta de confiança é falta de fé em si e nos outros.</p>
<p>Se não quiser adoecer, <strong>“NÃO VIVA SEMPRE TRISTE”</strong>.</p>
<p>O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.  </p>
<p>Muita Paz e Saúde para todos em 2009!</p>
<p>“Texto adaptado - Dr. Dráuzio Varella/www.drauziovarella.ig.com.br”
</p>
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		<title>RELAÇÃO FILIAL  - LIMITES</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[Foi escrito por uma cantora espanhola, de Madri, a respeito do trato com os filhos nos dias atuais.
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores.
E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi escrito por uma cantora espanhola, de Madri, a respeito do trato com os filhos nos dias atuais.</p>
<p>Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores.</p>
<p>E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais tolos e inseguros que já houve na história.</p>
<p>O grave é que estamos lidando com crianças mais &#8220;espertas&#8221;, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.</p>
<p>Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.</p>
<p>Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos&#8230; </p>
<p>Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos.</p>
<p>Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.</p>
<p>E, o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha&#8230;) que nossos filhos nos faltem com o respeito.</p>
<p>À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal.</p>
<p>Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. </p>
<p>Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem.</p>
<p>E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, que os patrocinem no que necessitarem para tal fim.</p>
<p>Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado.</p>
<p>Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e &#8220;dar tudo&#8221; a seus filhos. </p>
<p>Dizem que os extremos se atraem.</p>
<p>Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.</p>
<p>Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.</p>
<p>Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.</p>
<p>Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, carregando-os e rendidos à sua vontade.</p>
<p>É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio nos quais está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.</p>
<p>Os LIMITES abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.</p>
<p>                                                                                                          Monica Monastério (Madrid-España)</p>
<p>Relação entre Pais e Filhos.</p>
<p>Para que nossa geração de pais confusos reflita um pouco&#8230;</p>
<p>E talvez mudem sua maneira de lidar com o tema, antes que o barco aderne.<br />
O caso é bem esse. Só observar, antes de se defender.
</p>
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